sábado, 25 de março de 2017

A monarquia e sua ultima festa.

Foi uma mesa que deixaria o planalto, com inveja.
Foi no histórico "Baile da Ilha Fiscal", a última festa do Brasil - Império. Teve como pretexto uma homenagem do visconde de Ouro-Preto, presidente do Conselho de Ministros, aos trezentos tripulantes do cruzador chileno Almirante Cochran, atracado no Rio de Janeiro.
No dia 9 de Novembro de 1889, os 4500 convidados. Jantar preparado por noventa cozinheiros e servido por 150 garçons: dezoito pavões, quinhentos perus, 64 faisões, oitenta quilos de camarão, trezentas peças de presunto, 1300 frangos, 1200 latas de aspargos, oitocentas de trufas, 12 mil sorvetes e quinhentos pratos de doces variados.
10 mil litros de cerveja e 258 caixas de champagne e vinho.
Veja a lista de objetos encontrados no salão na manhã seguinte: treze lenços de seda, nove de linho e quinze de cambraia, dezesseis chapéus e dezessete ligas, entre outras coisas.
A Monarquia terminou seis dias depois.

Em 1991, no governo Collor, o Palácio do Planalto consumiu 2,4 toneladas de camarões.

O que é o caviar?

O caviar é feito de ovas salgadas de esturjão, o maior peixe de água doce do mundo. Elas precisam ser retiradas do peixe ainda vivo no prazo máximo de quinze minutos para depois serem peneiradas, lavadas e secas. O prato nasceu na Rússia nas cortes dos czares Ivan IV ( Ivan, o Terrível), Nicolau I e Nicolau II.


Comendo com pauzinhos

Na China da dinastia Shang ( 1766 a 1122 a.C.), levar à mesa um peixe ou um frango inteiro era considerado um ato bárbaro. Costumava-se comer com as mãos e cortar os alimentos com a mesma faca que se usava para matar os inimigos. Além disso, os chineses julgavam falta de educação obrigar um convidado a qualquer esforço durante as refeições. O problema foi resolvido com a invenção de um novo utensílio: os pauzinhos, que permitiam servir a comida em pequenos pedaços.
Ali, na China, os pauzinhos receberam o nome de kuai-tzu. No Japão, são conhecidos como hashi.

Pesquisa feita no guia dos curiosos.

sexta-feira, 24 de março de 2017



















A luta pela sobrevivência
É um corre-corre
Em um transito que enlouquece

Na rotina do dia
As expectativas desenvolvem-se
Ampliando as possibilidades

Acreditando que o sol foi feito para todos
Espelhando inspirações
De construir um novo amanhã

Dora Dimolitsas

quinta-feira, 23 de março de 2017



 










Teu corpo nu
Fere meus sentidos
Sou fera ferida na busca do eu

Que partiu no golpe certeiro,
No peito ferido
Teu corpo nu, ficou na lembrança

Das noites estreladas
No celeste corpo
Do céu de luz.

Dora Dimolitsas

quarta-feira, 22 de março de 2017




 
O Tempo furta o tempo
E nas “Ba da lá das” das horas
As chamas inquietam-se
Nas cinzas.

Percorrem, a ponte
Onde fica o poente
Atravessa ligeiro

O limiar fugaz
Sorrateiro e sem cheiro
Um tirano cansado.

Dora Dimolitsas